Sábado, 3 de Março de 2007
Poema de Sophia sobre um banco de azulejos que pudémos visitar no Jardim Botânico

Naquele Tempo

Sob o caramanchão de glicínia lilás

As abelhas e eu

Tontas de perfume

Lá no alto as abelhas

Doiradas e pequenas

Não se ocupavam de mim

Iam de flor em flor

E cá em baixo eu

Sentada no banco de azulejos

Entre penumbra e luz

Flor e perfume

Tão ávida como as abelhas

(Abril - 1998)


 

Fonte:

Sophia de Mello Breyner Andresen /Porto Sentido, acedido em 03/03/2007: h ttp://soundserver.porto.ucp.pt/portosentido/?q=node/view/89

 

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publicado por bio_x às 21:26
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